Fomos (todos) convidados para jantar, mas, na data combinada, recebemos um telefonema em que se sugeriu deixar o encontro para dias de melhores condições atmosféricas - uma vez que chovia. Até hoje! Há muitos meses, muitos sóis, muitas luas...
E voltámos a ser (todos) convidados para jantar (por outrem), mas, na data combinada, o elemento feminino principal da família anfitriã torceu um pé. Até hoje. Há muitos meses!
Prometeram-me que nos encontraríamos numa tarde, mas, a poucas horas do evento, houve uma mudança de planos de um dos elementos da família e isso anulou o nosso encontro!
Prometeram-me o envio de uma encomenda (que eu nem sequer pedi!), mas o tempo foi passando e o carteiro foi chegando sucessivamente... sem ela!
Deixaram uma prenda para mim em casa de um familiar, há... um ano, talvez...
Volta e meia dizem-me que havemos de nos juntar na casa da quintinha, para um lanche ou uma churrascada...
E também me foi prometida a presença na comemoração da aposentadoria...
Ah, os amigos, ah, a família, ah, a vida, o raio desta vida!...
:(
:(
Aqui publico o que me vem à cabeça, o que gostaria que viesse, o que espero nunca experimentar, o que tenho, o que gostava de ter, o que sou, o que gostava de ser... Publico-me! Não há, por estas bandas, travões nem censura, à exceção do que concerne ao âmbito da delicadeza! Ainda bem que apareceram! Espero que este lugar vos seja agradável! ;-)
Mostrar mensagens com a etiqueta Sentimentos que mais vale perder do que achar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sentimentos que mais vale perder do que achar. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 16 de agosto de 2011
DIAS PESADOS
Os piores dias não são necessariamente os mais trabalhosos, nem os mais cansativos, nem aqueles em que andámos a chocar com as ideias da vizinhança.
Dias mesmo maus são aqueles em que a solidão ganha um peso impossível de aferir, um peso do caraças!
A gente vai-se agarrando a quem está ao nosso lado, aos afazeres inadiáveis, à casa, às boas recordações, a quem encontramos fortuitamente no hipermercado, mas, ciclicamente, lá vem a dor causada pelo peso, dor da ausência de amores antigos que queríamos que ainda explodissem de vida alegre...
O silêncio de que gosto é o procurado por mim; o silêncio imposto é o mais cruel dos tratamentos que conheço!
Dias mesmo maus são aqueles em que a solidão ganha um peso impossível de aferir, um peso do caraças!
A gente vai-se agarrando a quem está ao nosso lado, aos afazeres inadiáveis, à casa, às boas recordações, a quem encontramos fortuitamente no hipermercado, mas, ciclicamente, lá vem a dor causada pelo peso, dor da ausência de amores antigos que queríamos que ainda explodissem de vida alegre...
O silêncio de que gosto é o procurado por mim; o silêncio imposto é o mais cruel dos tratamentos que conheço!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
